O. S. CAPITAL
Painel de Rotas Marítimas Comerciais
Risco Hormuz (fertilizantes, petróleo)
Seguro — manufaturados (China)
Exportação agrícola brasileira
Europa / EUA
Risco Hormuz
Manufaturados (China)
Exportação agrícola
Europa / EUA
China → Brasil (manufaturados)
Eletrônicos, máquinas, têxteis. Rota via Cabo da Boa Esperança — não passa pelo Hormuz. Sem impacto direto do conflito.
✓ Fora do conflitoGolfo Pérsico → Brasil (fertilizantes)
Ureia, potássio, fosfato. Passa obrigatoriamente pelo Hormuz. Fechamento = desabastecimento e alta no custo do agronegócio brasileiro.
⚠ Alto risco de impactoGolfo Pérsico → Brasil (petróleo)
Petróleo cru e derivados. Rota direta pelo Hormuz. Desvio via Cabo adiciona 10–15 dias e eleva frete significativamente.
⚠ Impacto em prazo e custoBrasil → China / Ásia (soja, minério)
Soja, milho, minério de ferro, carne. Via Cabo da Boa Esperança. Não passa pelo Hormuz — exportação agrícola segura.
✓ Fora do conflitoBrasil → Oriente Médio (alimentos)
Carne, açúcar, frango. Entra pelo Hormuz para chegar ao Golfo. Se o Estreito fechar, exportadores brasileiros perdem acesso a esse mercado.
⚠ Mercado em riscoEuropa / EUA → Brasil
Máquinas, veículos, químicos, tecnologia. Rota Atlântica — completamente fora da zona de conflito.
✓ Sem impacto
⚠
Ponto crítico: o Brasil é um dos maiores importadores de fertilizantes do mundo — mais de 85% vêm de fora, grande parte do Oriente Médio e Rússia. Um fechamento do Estreito de Hormuz afetaria diretamente a produção agrícola e, por consequência, os preços de alimentos no país.
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